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Edição de sexta-feira, 4 de setembro 2026

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"Estar ao nosso melhor nível e dar continuidade ao que temos feito"


 

Apresentar a sua melhor versão é o objetivo das águias para o embate na Madeira, como fez questão de vincar Marco Silva nesta sexta-feira, 4 de setembro, na antevisão do Marítimo- Benfica agendado para as 18h00 de sábado, referente à 5.ª jornada da Liga Betclic .

O treinador do Benfica, em conferência de imprensa no Benfica Campus, abordou as dificuldades que o Marítimo poderá colocar – uma formação recém-promovida e que vem "com dinâmicas de vitória" – e respondeu a várias perguntas motivadas pelas mais recentes movimentações no mercado de transferências.

Marco Silva

Que adversário é que espera, tendo em conta que é fora de casa, tendo em conta o bom arranque do Marítimo, que, apesar de ter sofrido uma derrota na última jornada, entrou bem na Liga? Que adversário é este?

Essa é a realidade e concordo com o facto – que é indesmentível – de ter entrado com bons resultados, um bom impacto neste regresso, que é sempre importante para uma equipa que regressa à Primeira Liga. Acabou por ter um impacto e percebe-se que, quando joga em casa, o ambiente está a favor da equipa, como tem de ser e como é normal. É uma equipa que é forte, que é agressiva no seu espaço, que tem um bom apoio também em casa, com um bom começo, o que dá confiança à equipa. Normalmente, equipas que sobem de divisão vêm numa boa dinâmica de vitória, vêm de conseguir bons resultados e, se conseguirem, no começo do Campeonato, transitar de um ano para o outro e manter alguma continuidade, isso dá aquela confiança que é muito importante, na minha opinião, porque às vezes acaba por ser decisiva para aquilo que depois essas equipas querem durante a temporada. Portanto, espera-nos um adversário difícil, que nos vai tentar contrariar, com jogadores em posições específicas que nos podem criar alguns problemas também. Portanto, como todos os jogos, difícil, queremos estar ao nosso melhor nível, queremos dar continuidade àquilo que temos feito, e bem, mas novo jogo, nova história, em que nós temos de provar novamente a nossa qualidade.

Em relação a El Karouani e a Echeverri: o que é que espera destes jogadores? E, no caso do argentino, é um jogador que chegou muito cedo à Europa, que ainda não teve a afirmação plena no futebol europeu. O que é que nos pode dizer sobre este jogador e onde é que ele pode jogar?

Em relação ao Claudio [Echeverri], claramente é um jogador de corredor central para nós. É um jogador que poderá jogar por trás do avançado, como um terceiro médio, naquilo que tem sido a nossa estrutura, na posição em que nós o vemos, naquela zona central. É um jogador de quem eu sei que se tem falado que poderá jogar por fora, mas de todo foi essa a nossa opção quando olhámos para ele e também não é nessa função que nós achamos – e ele próprio – que pode render muito mais. Poderá ter jogado lá a espaços, mas é um jogador claramente de corredor central. É um jogador que pode ser o terceiro médio e pode jogar um pouco mais liberto, como segundo avançado. Também é essa a função para a qual ele foi contratado e para a qual ele vai ter de lutar bastante para ganhar o seu espaço, para conhecer aquilo que são as nossas dinâmicas. Mas é um jogador que, tecnicamente, é evoluído, tem qualidade naquele espaço entre linhas, naquele espaço por trás do avançado, e que depois tem capacidade também de poder finalizar as ações, quer com passe, quer com golo. É o que nós esperamos que nos possa dar. Temos jogadores que nos dão isso também e, naturalmente, quisemos acrescentar um jogador com essas características para aquela posição. Em relação ao Sofiane [El Karouani], é um lateral-esquerdo um pouco diferente daquilo que nós temos, um jogador com características um pouco mais ofensivas do que os nossos dois laterais, mas que vem completar e que vem trabalhar muito forte. Em relação a isso, há que realçar o excelente começo de temporada e a melhoria do Dahl. Há que reconhecer isso, há que dar o mérito por aquilo que tem vindo a crescer e a fazer, com a luta também do [José] Neto, um jogador que tem jogado connosco, que treina diariamente connosco, faz parte do nosso plantel, com alguns passos também pela equipa B, e a competição irá muito por aí. Nós, na temporada passada, tínhamos cinco laterais, três à direita e dois à esquerda, com dois jovens da nossa formação em quem acreditamos, e trocámos simplesmente o lado. Acabou por sair um lateral-direito, como vocês sabem, que não estava previsto para nós sair, na questão do Dedic, porque o mercado assim o ditou, e uma venda do Clube. Acabámos por equilibrar no corredor contrário com um lateral-esquerdo.

Marco Silva

"Novo jogo, nova história, em que nós temos de provar novamente a nossa qualidade"

Richard Ríos foi oficializado na Arábia Saudita por empréstimo. À saída, no aeroporto, disse estar feliz por este novo desafio, mas afirmou que ainda é jogador do Benfica e deixou a porta aberta para regressar. Se Marco Silva for ainda treinador do Benfica, esse regresso é possível ou Richard Ríos não faz parte do modelo de jogo de que mais gosta?

A partir do momento em que é nosso jogador, esse regresso é claramente possível. Eu não tive absolutamente nenhuma conversa com o [Richard] Ríos a dizer que não era possível o regresso dele ao nosso clube, de todo. Tivemos algumas e boas conversas. É de realçar a forma como ele falou convosco também, porque foi claramente essa a sensibilidade com que eu fiquei. Em todas as conversas que tivemos, nunca ouviu da minha boca que não contava para nós, mesmo neste ano. Essa é que é a realidade. É óbvio que ele percebeu, chegando mais tarde, que a concorrência iria estar aqui, como tem de estar. Nós contratámos um jogador para a zona intermédia do campo, não para a posição específica do Ríos, que é o João [Palhinha], ficámos com dois jogadores para a posição 6, mais o Manu que nos pode fazer de 6 e de central também. Depois, víamos claramente que tínhamos três jogadores para a posição 8 e foi essa a conversa que tive com qualquer um deles: tínhamos o Fredrik [Aursnes], tínhamos o Leandro [Barreiro] e tínhamos o Ríos. E o Ríos também sabia dessa questão. Depois, as outras questões do empréstimo e de ele ter decidido ir, nesse aspeto, já foi uma opção pessoal dele. Respondendo diretamente à sua questão, claramente não está nada fechado, é nosso jogador. Como posso puxar para aqui a questão de Ivanovic também, um excelente profissional que esteve neste clube. Sempre que esteve connosco, com uma atitude tremenda, feliz por estar. Falou connosco, queria realmente jogar. É um jogador que, quando foi contratado, muitas vezes jogava com dois avançados, é onde ele se sente melhor, a jogar numa dupla na frente. Como percebem, a maioria das vezes jogamos com uma referência na área ou com um jogador na posição 9. Não jogamos, não iremos jogar muitas vezes, ou começar pelo menos, com dois avançados. Ele tentou procurar um espaço onde voltasse a jogar como jogava antes de o Benfica o contratar. São questões e decisões que temos de tomar. E mesmo em relação ao Ivanovic, mesmo com características muito específicas, nada está fechado, bem pelo contrário. Se nós pudéssemos ter três avançados da qualidade dos três que temos neste momento, com o Ivanovic, tirávamos um pouco mais de espaço, por exemplo, ao Anísio, mas o Ivanovic claramente nos daria também muito boas soluções. Mas não é possível ficar com todos os jogadores. Em relação ao Ríos, acho que já respondi diretamente; quis ir à questão do Ivanovic, que foi outro jogador que também tinha sido contratado e acabou por ser emprestado. São jogadores do Benfica, claramente a porta está aberta. Foi uma decisão pessoal e que nós respeitamos.

O plantel que o Benfica tem neste momento ficou como tinha planeado? No último jogo vimos Enzo Barrenechea, Barreiro e Sudakov, mas a lesão de Enzo acabou por abrir espaço depois a João Palhinha. E há Aursnes, que Marco Silva também já disse que é um jogador importante. Pergunto: os adeptos do Benfica podem esperar, amanhã [sábado], uma dupla composta por Aursnes e João Palhinha no meio-campo?

Poderão jogar, como pode jogar também o Enzo [Barrenechea] e o Leandro [Barreiro]. É uma decisão que eu irei tomar amanhã [sábado], quem e qual será o melhor onze para o jogo. A partir do momento em que estão disponíveis... Neste caso posso dizer que o Fredrik [Aursnes] está disponível para estar na lista dos convocados e vai estar integrado na lista dos convocados para o jogo. Poderá começar ou não, depende daquilo que é a nossa decisão. É óbvio que não tem tido muito jogo, nós tentamos dar-lhe ao máximo, dentro do que é o nosso processo de treino, aquilo que são as condições para jogar e, aos poucos, vai ter de começar a jogar, porque nós precisamos dele no seu melhor. É um jogador fundamental, foi e será fundamental para nós e, quanto mais depressa estiver no seu melhor, de certeza que seremos mais fortes com todos os jogadores disponíveis. O Fredrik é, claramente, e será um jogador-chave para nós. Depois poderá ser com o Enzo, poderá ser com o João. Terão de esperar por amanhã. Poderá ser com o Sudakov ou com outro jogador qualquer para fazer o triângulo no meio-campo. Em relação ao plantel, posso dizer de outra forma: estamos prontos, estamos preparados para ser competitivos e para lutar por todos os objetivos.

Gostava de lhe perguntar se Trubin vai continuar no plantel – o mercado fecha hoje [sexta-feira] – ou ainda pode sair para algum mercado?

Vai continuar.

Sobre Lukebakio: foi Marco Silva que travou a saída do jogador neste mercado?

Eu, sinceramente, acho que é pouco importante – e eu percebo a questão – se foi o Marco, se foi o Manuel, se foi o António. Questões técnicas só posso ser eu. Acho que não há dúvidas para ninguém e vocês não deverão ter essas dúvidas. Portanto, foi uma decisão técnica. O Lukebakio tem características muito próprias que eu acho que, por exemplo, no corredor direito, não temos com outro jogador. Esta é que é a verdade. A minha avaliação técnica, no aspeto daquilo que são os nossos extremos e naquilo que nós queremos para os jogadores de corredor, neste caso, no corredor direito, é que não temos nenhum jogador com as características do Lukebakio. Vocês depois podem pôr em questão: 'Mas, OK, não tem jogado a titular desde que começou a pré-temporada.' Isso já são outras questões. São questões daquilo que é o planeamento e daquilo que é a estratégia para o jogo. Nós quisemos... Desde a primeira hora o Lukebakio também sabe isso mesmo, independentemente de não ter vindo a jogar, qual é a minha opinião, e perguntou-me várias vezes. Nós precisamos de um jogador com as suas características no plantel do Benfica.

Gostava de esclarecer se Enzo Barrenechea também está disponível para o jogo de sábado.

Sim, está.

Marco Silva

"Este jogador custou X, tem de jogar. Ou este jogador custou Y, tem de jogar. Não. É por rendimento. É aquilo que eles nos vão demonstrando e é assim que nós gerimos e tomamos decisões, sem dúvida absolutamente nenhuma"

Também sobre Lukebakio, permita-me insistir. Gostava de lhe perguntar qual é o plano concreto que tem para este jogador. Acha que Lukebakio está preparado para assumir, se calhar, eventualmente, um papel de menor relevo? Como é que vai lidar com essa questão do balneário? Vai gerir esses egos de balneário?

Eu, sinceramente, giro como tem de ser gerido, de uma forma muito clara, e os jogadores sabem isso. Nós estamos aqui, independentemente de... Os jogadores têm de olhar para as suas carreiras – e referiu bem a questão da idade, que é sempre um aspeto importante, e o momento da carreira também – não tanto pela importância ou pelo investimento que foi feito nos jogadores. Para mim, isso já é outra história. Já vos disse aqui na semana passada, em relação à questão do que foi investido num jogador, nós não tomamos decisões técnicas por decreto. Este jogador custou X, tem de jogar. Ou este jogador custou Y, tem de jogar. É por rendimento. É aquilo que eles nos vão demonstrando e é assim que nós gerimos e tomamos decisões, sem dúvida absolutamente nenhuma. Em relação à questão da idade e do momento da carreira, isso eu compreendo muito mais daquilo que é a decisão pessoal dos jogadores ou o envolvimento dos jogadores, consoante a posição que têm, ou não, de relevo no onze inicial ou vindo do banco. Compete-me, como líder do grupo, motivá-los e colocá-los, independentemente de estarem mais satisfeitos ou menos satisfeitos, todos ao nível daquilo que é importante para o Benfica, que é poderem ajudar o Benfica. Nós temos quatro, cinco extremos, da forma como quisermos olhar depois para o Rafa. Esta é a realidade. É um jogador muito mais de corredor central, mas o que é certo é que tem feito um princípio de época muito bom numa posição em que já não jogava há algum tempo. Por necessidades da equipa e pelas características dos nossos defesas-direitos e pela forma como começámos a construir de uma forma diferente à esquerda e à direita, acabámos por ter o Rafa, que era a opção que tínhamos para o corredor direito, muito mais por dentro. O que é certo é que as dinâmicas começaram a ser boas, de uma forma que nos agradava, e, neste momento, o Rafa tem estado muito bem a jogar a partir do corredor direito, praticamente sempre no corredor central, mas vindo do corredor direito. E acabámos por ter aqui ainda mais uma opção para o corredor. São bons problemas, sinceramente, são bons problemas. A ideia que tenho, os planos que tenho para o Lukebakio... Vou ter de responder de uma forma que, se calhar, não a satisfaz, mas que é a realidade. Os mesmos planos que eu tenho para o Prestianni, que eu tenho para o Andreas [Schjelderup], que eu tenho para o Kamiński, que eu tenho para o Rafa, neste caso, que está a jogar como extremo, e que eu tenho para os outros jogadores nas outras posições. Se me perguntar quais são os planos que eu tenho para o [Jhon] Durán... O Pavlidis está a fazer um excelente início de temporada, não sei se é melhor ou pior do que os anteriores, mas está a fazer um grandíssimo início de temporada... Se me perguntar quais são os planos que eu tenho para o Durán, são planos de ele ajudar o Benfica no máximo que ele conseguir e, se tiver de jogar os jogos de início, irá jogar os jogos de início. Portanto, não é um jogador da mesma idade do Lukebakio, eu percebo a questão, mas veio com ganas, como eles dizem no país dele, de chegar aqui, jogar e ser importante no Benfica. E, neste momento, tem de perceber que o jogador que está a jogar na posição está a jogar muito e bem, está a fazer golos, e ele tem de trabalhar para chegar a esse patamar e depois chegar e agarrar o lugar quando tiver oportunidade. O Lukebakio não será diferente. E eu torno a dizer que é um jogador que tem características que, se colocarmos lá o Rafa, se colocarmos mesmo lá o Prestianni, que jogou muitas vezes no ano passado e vai jogar lá na direita também neste ano, de certeza, não têm as mesmas características. É um jogador claramente de corredor, de jogar aberto, completamente sempre no corredor. E, em alguns jogos, para não dizer num bom número de jogos, nós vamos precisar de jogadores com as características de Lukebakio dentro do campo.

Marco Silva

"Se queremos ter sucesso, e nós queremos ter sucesso no final da época, vamos precisar de toda a gente a um nível muito bom. Só assim é que será possível termos sempre um Benfica forte e esse é o meu objetivo enquanto treinador"

Tem apostado numa grande continuidade em termos dos onzes, só que o Benfica vai enfrentar um ciclo com 5 jogos em 15 dias, 4 deles fora de portas. O que é que este calendário apertado pode influenciar na sua gestão da equipa e se, nesta altura, é mais importante a gestão física ou mental?

Vai ter influência, sem dúvida. Um calendário carregado e com viagens, como falou, 4 jogos fora de casa, pensando sempre no próximo, não há que esconder. Nós estamos a este nível, a pensar no próximo, mas temos de ir vendo também essa questão, porque já o mês de agosto foi um mês atípico para nós naquilo que é a carga de jogo para os jogadores. Chegámos a esta altura da época, ainda muito no início, já com 6 jogos feitos nas eliminatórias da Liga Europa, o que não é muito normal. Devido à nossa superioridade, conseguimos, na maioria dos casos, também ir gerindo quem tem começado mais e, ao mesmo tempo, também dar minutos a quem precisa claramente de jogo. Vem aí uma fase um pouco diferente, por isso mesmo está a perguntar, de certeza, em jogos de 3 em 3 dias. A questão positiva é que nós, entre um jogo e outro, quase sempre vamos ter, quase sempre, não sempre, um intervalo não de 2, mas de 3 dias, tirando um dos casos. Por isso é que nós temos o plantel que temos e queremos estar com soluções. Falámos há pouco e estavam-me a perguntar da questão do Lukebakio ou de outros extremos. Eu falei-vos da questão do Durán e de outras posições, neste caso o Enzo [Barrenechea] e o João [Palhinha], 2 jogadores para a mesma posição, 2 jogadores que nós estamos muito contentes por ter no plantel. É por isso mesmo que é importante termos profundidade no plantel, não só para estarmos precavidos para algum tipo de lesões, que esperemos que não aconteçam, mas para a densidade de jogos que vamos ter, que será muito grande até à paragem. E depois basta olhar para o que irá acontecer após a paragem. Será um calendário bem apertado, um calendário em que precisamos de jogadores, não estou a dizer para rodar, mas precisamos de fazer uma gestão física dos jogadores e não perder qualidade. Mesmo que sejam jogadores um pouco diferentes, que nos oferecem coisas diferentes... não perder a qualidade daquilo que é a dinâmica da equipa e a nossa qualidade coletiva como clube. Isso é o mais importante para mim. Por isso mesmo é importante termos esta capacidade e esta concorrência pelo lugar. Faz com que os jogadores nunca estejam cómodos. Para mim também é importante essa questão de não haver comodidade. O saber que vai jogar sempre, para mim, não é muito positivo ao nível em que estamos. É isso que eu quero também na nossa equipa. Se nós queremos ter sucesso – isto que fique claro, e os jogadores sabem claramente que essa é a minha mensagem para eles... Se queremos ter sucesso, e nós queremos ter sucesso no final da época, vamos precisar de toda a gente a um nível muito bom. Só assim é que será possível termos sempre um Benfica forte e esse é o meu objetivo enquanto treinador. Mesmo com algumas decisões difíceis que temos de tomar, mesmo com alguns jogadores de qualidade a lutarem pela mesma posição, é uma boa dor de cabeça. E foi-me perguntado há pouco... É uma dor de cabeça que eu prefiro ter. A questão dos egos é algo que eu tenho de gerir da melhor forma que conseguir, sempre olhando para aquilo que é, e isso é de certeza, aquilo que é o melhor para o Benfica. Essa questão compete-me a mim geri-la e depois compete aos jogadores também demonstrarem aquilo que é a sua qualidade para estarem ao serviço da equipa. Quando vier a oportunidade de jogarem, demonstrarem o seu valor também. Vamos precisar de todos, de certeza absoluta.

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