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Camisola Principal Benfica 25/26

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Edição de sexta-feira, 13 de Fevereiro 2026

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"Conseguimos o que queríamos"


 

No rescaldo do Santa Clara-Benfica (1-2), José Mourinho salientou a importância da vitória encarnada na partida da 22.ª jornada da Liga Betclic , nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, no Estádio de São Miguel.

"Três pontos muito importantes. Como eu dizia antes do jogoprecisávamos desesperadamente de pontos para poder olhar para cima, e não para o Braga ou para o Gil Vicente, que é lógico, é óbvio, e era muito importante ganharmos este jogo", exaltou o técnico, na flash interview à Sport TV.

O treinador das águias deixou a sua análise do duelo: "Foi aquilo que nós conseguimos, na minha opinião, com todo o mérito. O jogo podia ter sido, obviamente, diferente. Houve momentos que podiam ter criado um jogo diferente, mas pronto. Eu acho que é muito difícil marcar grandes penalidades a favor do Benfica. Depois, o Trubin tem aquela infelicidade que acaba por abrir o jogo, e depois o Santa Clara sempre motivado, sempre a trabalhar, sempre em procura de não sofrer mais golos que acabassem com o jogo e de poder chegar aos minutos finais, onde às vezes conseguem pontos um bocadinho contra o contexto do jogo, mas defendemo-nos bem, principalmente jogando com bola no campo adversário, e a vitória é merecida, num campo extraordinariamente difícil."

Relativamente à aposta em Tomás Araújo para a posição de lateral-direito, José Mourinho esclareceu que, "em condições normais, o ala do Santa Clara seria sempre um jogador muito rápido, fosse o Gabriel [Silva], fosse o Vinícius [Lopes], fosse qualquer um deles", e, "para jogadores muito rápidos, laterais muito rápidos, e o Tomás é muito rápido".

Santa Clara-Benfica-10"O António [Silva] obviamente tem jogado muitos jogos, e sabíamos das garantias que ele nos podia darConfiança total no [Daniel] Banjaqui, mas meter o miúdo neste jogo dificílimo, fora de casa, de início... preferimos ir pelo Tomás, até porque, quando preparámos o jogo durante a semana, pensámos que estaria muita chuva, que o campo ainda estaria pior do que este, que seria muito jogo direto, e, para jogo direto, mais um homem poderoso, seja a defender, seja a atacar, também nos poderia ajudar", complementou. O timoneiro benfiquista abordou também as queixas físicas que o camisola 44 apresentou na 1.ª metade: "Eu pedi-lhe – e ao departamento médico – para aguentar até ao intervalo, porque queimar o slot na 1.ª parte é sempre difícil para mim. Ele aguentou, depois, ao intervalo, pensei que, eventualmente, poderia ter de sair. Ele disse 'não, não penso que seja necessário', por isso, para a frente."

José Mourinho salientou ainda que o próximo desafio dos encarnados, a receção ao Real Madrid na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões (às 20h00 de terça-feira, 17 de fevereiro), será "de alta exigência, seguramente", mas tratar-se-á apenas da "1.ª parte", portanto, "na Luz, não haverá Trubin a ir lá à frente".

"Estou muito, muito, muito habituado a este tipo de eliminatórias, faço isto toda a minha vida. Muitas vezes, as pessoas pensam que este resultado é o resultado que se necessita no 1.º jogo, porque assim, porque assado... eu digo sempre que não há nenhum resultado que seja definitivo. É a 1.ª parte que nós vamos jogar, com cabeça, com ambição, com confiança, mas a saber que aquilo que fizemos aos reis da Champions... eles estão feridos, e rei ferido é perigoso", acrescentou.

Santa Clara-Benfica-6MÉRITO COLETIVO NA CONQUISTA DOS 3 PONTOS"[Importância de Pavlidis] Acho que eles tiveram todos importância. Obviamente que fazer um golo, fazer uma assistência e trabalhar tanto como ele trabalhou é importante e marca o nosso jogo. Mas quem esteve em campo – uns adaptaram-se melhor, outros pior – deu o que tinha a dar. Um jogo em que no final da 1.ª parte parecia que seria uma 2.ª parte tranquila, mas que com o 1-2 fica aberto. O Santa Clara motivou-se, organizou-se, tentou e conseguiu levar o jogo para os minutos finais com o resultado aberto. Depois, coube-nos, naquela parte final, controlar o jogo mais ofensivo deles, alguma bola parada que pudesse acontecer e levar os pontos para casa."

Santa Clara-Benfica-30PENÁLTIS... SÓ COM CORES Diferentes! "O jogo teve momentos diferentes e objetivos diferentes. Na 1.ª parte, conseguimos o que queríamos, que era marcar e tentar resolver o jogo. O 0-2, se calhar, era curto, alguma coisinha mais podia-se ter conseguido. Camisolas de cor diferente, seguramente que havia penálti. O do Barreiro é gigante e o do Prestianni, se não é gigante, é, pelo menos, grandalhão, mas para o Benfica é duro. Não sei muito bem como justificar... Há coisas que continuam a não se entender, não sei, mas pronto... Depois, com o golo do Santa Clara, obviamente que o cariz do jogo mudou. Tentámos sempre sair, ir à procura do terceiro golo, que nos desse alguma tranquilidade e que nos deixasse fora de alguma situação fora do contexto que pudesse acontecer. Não fizemos o golo. E depois, a partir dos últimos 10/12 minutos, mais o tempo adicional, foi tempo de fechar, de controlar, de meter gente que nos pudesse dar frescura e mais solidez para levarmos os pontos. O campo, independentemente do sol bonito que estava – que nós lá em Lisboa já não vemos há umas semanas – e da atmosfera bonita que estava, o campo é um desastre, não conheço outra palavra. Mas quero dizer que até os próprios jogadores do Santa Clara, alguns com quem eu falei ao intervalo e no fim do jogo, me disseram que até para eles é um desastre, porque este campo não ajuda o Santa Clara em nada. E depois vim a saber que existe frustração dentro do próprio clube, porque acho que é o Governo Regional que tem controlo sobre isto e que, pelo visto, deixa a coisa andar até contra o desejo do próprio Santa Clara. A partir de agora, já não é um problema meu, porque já não volto cá nesta temporada, mas o Santa Clara, que joga para se salvar e que precisa de ganhar jogos... Um clube lindo, numa ilha linda, acho que merece um campo melhor para se jogar."

Santa Clara-Benfica-28CAMPO E ARBITRAGEM NO PÊNDULO DA SORTE" [Relvado justifica a prestação do Benfica na 2.ª parte?] Também prejudica o Santa Clara. Houve um jogador do Santa que me viu falar com o Schjelderup sobre as botas e os pitons que teria, a dimensão dos pitons – porque eu tentava entender como é que não se aguentava de pé –, e esse jogador disse-me: 'Míster, aqui, de botas de borracha, de botas de alumínio, com pitons pequenos, com pitons grandes, não há solução. Os jogadores vão sempre acabar por cair. Não se chateie com o seu jogador.' Depois, via-se perfeitamente com o Trubin. Cada vez que o Trubin tinha de meter aqueles 100 quilos em cima de um pé de apoio para jogar uma bola longa, caía sempre. Portanto, o campo é verdadeiramente difícil para se jogar. Há equipas grandes que vieram aqui e que tiveram a mesma sorte com o campo, mas mais sorte com o árbitro, e acabaram por sacar pontos prejudicando o Santa Clara. Hoje não. Hoje o Santa teve uma boa arbitragem."


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