PIZZI: 300 JOGOS COM O MANTO SAGRADO!
No Sport Lisboa e Benfica desde a temporada de 2014/15, Pizzi atingiu nesta quarta-feira, frente ao V. Guimarães, os 300 jogos oficiais em todas as competições ao serviço do Clube. Uma era recheada de golos (marcou mais um aos minhotos!), títulos e prémios…
Assinou pelas águias em 2013/14, foi emprestado ao Espanhol de Barcelona, mas estava destinado que ia deixar marca no Benfica. E que marca! Uma época depois regressou à Luz e de lá não mais saiu. Era a temporada 2014/15 e Pizzi, na altura com 24 anos, queria assumir-se no meio-campo.

Assim foi! Começou de forma intermitente, mas a partir de janeiro ganhou o seu espaço, marcou o primeiro golo de águia ao peito (14 de janeiro de 2015, frente ao Arouca) e manteve a titularidade até ao apito final de 2014/15. Ao todo, 31 jogos, quatro golos e três títulos no bolso. Uma Supertaça – não jogou, mas fazia parte do plantel – um Campeonato Nacional e uma Taça da Liga.
O mote estava dado e, partir daqui, Pizzi assumiu-se como uma das pedras basilares de um Benfica que viria a conquistar o Tetra (2016/17), bem como a Taça de Portugal, a Taça da Liga e a Supertaça, conquistando uma hegemonia de títulos no futebol português.

Em 2015/16 foi um dos mais utilizados. Somou 3228 minutos, jogou em 47 partidas e apontou oito golos – todos no Campeonato –, uma vez sob a forma de bis. Ante o Marítimo, o Benfica goleou por 6-0, na 16.ª jornada da Liga NOS, e Pizzi marcou os dois primeiros tentos do desafio, aos 29' e aos 33'. Destaque, ainda, para o golo que apontou na última ronda, diante do Nacional (4-1), e que culminou com a celebração do Tricampeonato, 39 anos depois. Pizzi e as águias juntaram a Taça da Liga (2-6 ao Marítimo) à conquista do Campeonato Nacional. Foi, ainda, fundamental no trajeto do Benfica até aos quartos de final dessa edição da Liga dos Campeões, onde realizou 10 encontros.
Cada vez mais motivado e identificado com o Clube, Pizzi fazia, em 2016/17, a melhor época em termos individuais até então. Atuou em 52 partidas, marcou 13 golos (batendo os 11 que faturara no Paços de Ferreira) e contabilizou 4250 minutos. Foi igualmente considerado o Melhor Jogador da Liga Portuguesa na temporada. Em termos coletivos, ajudou, com um golo, as águias a conquistarem a Supertaça (3-0 ao SC Braga), bem como o inédito Tetra – voltou a faturar na última ronda da Liga NOS – e a Taça de Portugal, com um 2-1 ante o Vitória de Guimarães. Na UEFA, uma vez mais, o Benfica passou a fase de grupos da Liga dos Campeões. Pizzi atuou em oito desafios.

Com menos golos apontados, mas com a mesma influência dentro de campo, Pizzi começou 2017/18 a celebrar a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira com o V. Guimarães (3-1) e terminou com 45 jogos, seis golos, 3527 minutos no total e a presença assegurada no onze da época da Liga NOS. Já 2018/19 começou auspicioso e terminou com… a Reconquista! Na ronda inaugural da Liga NOS, Pizzi fez o primeiro hat-trick de encarnado, no 3-2 aos vimaranenses, e depois bateria o seu máximo pessoal de jogos numa época (55) e de golos até então (15), superando, na altura, o que conseguira em 2016/17. Foi, ainda, com o médio em campo que o Benfica chegou aos quartos de final da Liga Europa e festejou o 37.º título de Campeão Nacional, ao vencer o Santa Clara, por 4-1.

Em termos pessoais, a época 2019/20 foi inesquecível na carreira de Pizzi. Mesmo jogando no meio-campo, o 21 alcançou números dignos dos melhores avançados do mundo. Terminou a época com 30 golos, cotando-se como um dos médios com mais remates certeiros numa temporada. Nas 51 partidas feitas (4108 minutos), e apesar da suspensão competitiva decorrente da pandemia da COVID-19, Pizzi conseguiu cinco bis. Integrou, ainda, o onze da temporada na Liga NOS e foi agraciado com o Galardão Cosme Damião para Melhor Futebolista do Ano. Coletivamente, viu o Benfica ultrapassar o rival Sporting (5-0) na Supertaça, jogo em que fez dois golos.
Ainda em andamento, 2020/21 fica já marcada como a temporada em que Pizzi alcançou os 300 jogos pelo Clube da Luz. Com o desafio com o V. Guimarães, soma, até ao momento, 19 duelos e dez golos em todas as provas.

Sinal mais na Liga portuguesa e no Estádio da Luz
Os 300 jogos de Pizzi ao serviço das águias podem ser vistos de vários ângulos. Por competição, por temporada ou pelo local onde aconteceram. Ao analisarmos as provas em que as partidas foram realizadas, verificamos que há uma que se destaca das demais: a Liga NOS. Pelo Benfica, Pizzi já disputou 197 jogos no Campeonato Nacional. Seguem-se a Liga dos Campeões com 42 (jogos de qualificação incluídos), a Taça de Portugal com 27, a Taça da Liga – competição que apadrinhou o jogo 300 – com 18, a Liga Europa com 12 e a Supertaça Cândido de Oliveira com quatro.

Se verificarmos as temporadas, de 2014/15 a 2020/21, esta ainda em andamento, chegamos à conclusão que a época mais profícua em jogos foi 2018/19, com 55. Desde que chegou à Luz, o camisola 21 alinhou em 31 partidas em 2014/15, 47 em 2015/16, 52 em 2016/17, 45 em 2017/18, as tais 55 em 2018/19, 51 em 2019/20 e em 2020/21, até ao momento, já foi utilizado por Jorge Jesus em 19 desafios.
Em relação aos locais em que os 300 jogos foram feitos, o Estádio da Luz tem uma ligeira vantagem. Na casa da águia fez 147 partidas, realizando 143 em estádios dos adversários e 10 em terreno neutro, grande parte deles em finais.
E quais foram os opositores contra quem mais vezes Pizzi jogou? Curiosamente, o top 5 é composto por emblemas que somam o mesmo número de encontros com o médio do Benfica: 16. Um deles, simbolicamente, é o V. Guimarães. Seguem-se o Sporting, SC Braga, Marítimo e Rio Ave.
Pelo Benfica, Pizzi já festejou 4 Campeonatos Nacionais e 4 Supertaças, 2 Taças da Liga e 1 Taça de Portugal.
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