E Pluribus Unum 1904


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E Pluribus Unum 1904

EDIÇÃO DE 12 DE JUNHO 2020

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CAPA JORNAL BENFICA

É o jornal desportivo mais antigo em circulação no nosso País (desde 28 de novembro de 1942), sendo uma referência no universo do Sport Lisboa e Benfica e também no panorama do desporto nacional...

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BRUNO LAGE APERFEIÇOA FINALIZAÇÃO

Dois jogos e dois empates depois do recomeço do campeonato, o Benfica continua a alimentar o ciclo de resultados e exibições negativas que começou antes da paragem das competições. Perda de liderança, oportunidade desperdiçada de reconquistá-la e lastro cada vez mais pesado de dúvidas quanto à capacidade de a equipa revalidar o título. Saldo de uma vitória, duas derrotas e quatro empates para o qual contribuiu o desacerto dos homens da frente (e não só) no momento da finalização. É uma das explicações para tamanho afundamento. Longe vão os tempos do futebol atrativo, ofensivo e com muitos golos.

Bruno Lage queixou-se após o jogo com o Tondela (0-0), primeiro após a retoma, das oportunidades perdidas. «Era a bola entrar», assinalou o treinador, e ninguém falaria mais sobre o assunto. E, no entender de Lage, não se tratou apenas de disparos de pólvora seca. «Equipa produziu seis oportunidades tendo apenas o guarda-redes pela frente. Duas bateram no poste, três ou quatro remates saíram rente ao poste com remates cruzados, tivemos ainda muitos cruzamentos a surgir na pequena área, faltando apenas um toque para fazer golos», enumerou, para valorizar o que considerou boa produção ofensiva. No total, foram 20 remates, 26 considerando os intercetados, que produziram nada.


No Algarve, contra o Portimonense (2-2), a eficácia ofensiva subiu. E de que maneira. O Benfica só disparou sete vezes, quatro à baliza, e marcou dois golos. A justificação para nova igualdade, nas palavras Lage, foi a falta de maturidade. Certo é que os encarnados, em Vila do Conde, na próxima jornada, também dificilmente rematarão tantas vezes como na partida contra o Tondela. É mais lógico esperar um número idêntico ao de Portimão. E, por isso, é preciso acerto na hora de fazer mira.

O plantel dos encarnados esteve, então, durante parte do treino matinal a trabalhar a construção e finalização de ataques. Avançados a refinar o remate - e bem precisam. Carlos Vinícius foi o último ponta de lança a marcar, parece aos benfiquistas já há uma eternidade, afinal foi contra o Gil Vicente, na vitória sobre os minhotos, em Barcelos, a 24 de fevereiro, para a 22.ª jornada do campeonato.


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