Obrador explica saída do Benfica e revela o que lhe disse Mourinho
Jovem lateral-esquerdo espanhol foi emprestado em janeiro pelo Benfica ao Torino, com opção de compra de nove milhões de euros
Rafael Obrador foi contratado no início desta época ao Real Madrid, mas somou apenas um jogo ao serviço do Benfica, o que levou a que fosse emprestado em janeiro ao Torino, onde soma uma assistência em nove jogos, com opção de compra de nove milhões de euros.
Em declarações ao canal de Youtube "El After de Post United", o jovem lateral-esquerdo espanhol, de 22 anos, começou por deixar elogios às condições dos encarnados, admitindo que ficou surpreendido com a sua magnitude e com o apoio dos seus adeptos em contexto nacional.
"Eu sabia o quão grande era o Benfica, mas uma vez lá dentro, é inevitável surpreenderes-te. Para começar, o estádio é incrível, enorme, lindíssimo. Jogar fora de casa era como jogar em casa. E as instalações do Benfica são do nível do Real Madrid, os campos, os balneários, o ginásio, tudo incrível. Se fôssemos a um estádio com capacidade para 5000 espectadores, 4000 eram do Benfica, era como jogar em casa", enalteceu.
Ainda sobre a sua chegada, Obrador admitiu que entrou com algum nervosismo no balneário das águias, mas referiu ter sido recebido "muito bem": "Passei de jogar na segunda divisão [com o Deportivo] para um clube de Champions. Chego muito nervoso ao balneário e o meu lugar era ao lado do Otamendi. Sem me conhecer, no primeiro dia disse logo: 'Tiramos uma fotografia?'".
O lateral enalteceu ainda Gianluca Prestianni como um "apoio importante" numa altura em que "não estava a ter minutos e entendia português, mas não conseguia falar muito": "Apoiou-me sempre, ajudou-me nos treinos. Como amigo e companheiro, é top", dizendo ainda que viu "de fora" o escândalo de alegado racismo entre o extremo argentino e Vinícius Júnior, extremo brasileiro do Real Madrid, na Liga dos Campeões.
De resto, Obrador revelou a conversa que teve com José Mourinho antes de ser cedido ao Torino: "Uma vez pediu para falar comigo. Disse-me que confiava em mim, mas que Dahl estava a fazer uma época muito boa e que era preciso entender que, para ele, era complicado tirar um jogador que estava a jogar tão bem. Não tinha oportunidades. Quando chegou janeiro, falámos com o clube, dei a minha opinião e para eles também não interessava que estivesse parado. Decidimos que a melhor opção era sair emprestado para ganhar ritmo e experiência noutro lado".













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