"Não gosto de jogar dois campeonatos: o real e o virtual"
No lançamento da 24.ª jornada da Liga Betclic , José Mourinho , treinador do Benfica , confessou que espera um "jogo difícil" contra uma "grande equipa", o Gil Vicente. O embate está aprazado para as 20h15 de segunda-feira, 2 de março, no Estádio Cidade de Barcelos.
Na conferência de imprensa realizada na manhã deste domingo, 1 de março, no Benfica Campus, o timoneiro das águias assegurou que "a equipa está bem", embora tenha dado revelado que não pode contar com Bruma e Sudakov, por lesão, e de que Lukebakio não está apto para ser titular.
O técnico abordou ainda o passado play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões ante o Real Madrid, comentou a classificação "real" e "virtual" do Campeonato Nacional e perspetivou o seu futuro na Luz, declarando que, se o Clube assim desejar, assina um novo contrato "sem discutir uma única vírgula".
"Já sabemos que vai ser um jogo difícil pelo adversário. Esperemos que seja só difícil pelo adversário, mas é seguramente um jogo difícil" José Mourinho
O Gil Vicente tem surpreendido os adversários ao longo de toda a temporada, nomeadamente a jogar em casa. Tem apenas duas derrotas, tirou pontos ao Sporting e também ao SC Braga. De que adversário e de que dificuldades está à espera? Depois, por outro lado, que sensações é que a equipa lhe tem dado ao longo dos últimos dias?
Gil Vicente... não há muito a dizer. Está em 5.º lugar no Campeonato, tem feito um Campeonato extraordinário. Penso que há ali um grande trabalho a nível estrutural, mas, depois, um míster que tem sabido potenciar ao máximo os seus jogadores e fazer da sua equipa uma grande equipa. Já sabemos que vai ser um jogo difícil pelo adversário. Esperemos que seja só difícil pelo adversário, mas é seguramente um jogo difícil. A equipa está bem. Não estará ótima, porque fomos eliminados da Champions League, mas a equipa sabe o que fez, sabe o que deu e está bem. Temos algumas lesões. O Bruma teve ontem uma lesão de alguma importância, o Sudakov também está fora. Aliás, já está fora há algum tempo. O facto de ter estado em Madrid no banco seria só para uma situação de ultrarrisco e de ultraemergência, portanto estes dois jogadores estão fora. Para além disso, está tudo em condições de ir a um jogo, como eu referi anteriormente, que obviamente se espera difícil.
Depois do jogo com o Real Madrid, agora na 2.ª mão, Sidny Lopes Cabral pediu a camisola ao Vinicius, depois pronunciou-se acerca do mesmo. Gostava que fizesse um comentário sobre isso e também de lhe perguntar como foi ver o jogo de fora. Deve-lhe ter passado muitas vezes pela cabeça o quão queria estar ali também para ajudar a equipa nesse sentido.
A camisola não acho que seja criticável. Acho que seria evitável. Não criticável, porque acho que é uma prática normal e corrente de os jogadores trocarem camisolas. Acho que é a prática normal e corrente em jogos grandes, em jogos que marcam uma carreira, os jogadores quererem trocar de camisola. E também acho que é ainda mais natural que tentem trocar de camisola com jogadores com os quais ou se identificam, ou de quem foram companheiros, ou de quem admiram por serem jogadores de um nível estratosférico. Portanto, não vejo que seja uma coisa criticável. Vejo simplesmente que seja evitável em função daquilo que aconteceu durante a semana, mas não mais do que evitável. Eu ter ficado fora do banco, obviamente, foi uma coisa que me entristeceu. É frustrante, obviamente que é frustrante, mas o trabalho foi feito. O facto de eu ter ficado no autocarro é a minha prática comum sempre ou quase sempre que sou suspenso. Tinha à minha disposição 4 monitores com 4 ângulos diferentes que me permitiram, inclusive, no final do jogo, dizer que a única coisa da qual eu senti falta foi do contacto direto, foi da emoção, foi da empatia, foi da adrenalina, porque, de facto, se calhar, o futuro e as modernices, qualquer dia, empurrarão o treinador principal – como já se faz em alguns desportos – para ficar numa posição privilegiada de controlo sobre tudo. Portanto, no fundo, acaba por ser frustração de não estar, mas sinceramente sem nenhum tipo de impacto, seja ele negativo ou positivo.
"Na classificação virtual, há uma diferença fundamental. A real é a real, mas tenho também de me agarrar à virtual, e a virtual é uma motivação para nós, porque sabemos perfeitamente aquilo que tem acontecido" Estamos numa altura do Campeonato decisiva, em que pequenos pormenores fazem a diferença. Como é que viu, por exemplo, no jogo do FC Porto (contra o Arouca), um penálti daqueles? Se fosse árbitro, marcava aquele penálti?
Não vi. Não vi. Tu viste? Qual é a tua opinião? [Resposta do jornalista: "Que não é penálti."] Que tu és sério, já eu sabia, há muito tempo. Por isso é que somos amigos, mas eu não vi.
Há pouco disse que esteve fora do jogo, mas os regulamentos também dizem que podia ter estado na conferência de imprensa, podia ter feito a antevisão ao jogo. Por que preferiu, frente ao Real Madrid, não ter esse papel e dar esse papel ao João Tralhão? É verdade que o Benfica tem caído, sobretudo, contra adversários... o Real Madrid, o FC Porto na Taça, mas a sua continuidade depende da conquista do Campeonato, até do seu ponto de vista? Porque tivemos os exemplos de anos anteriores, com Rui Costa, até na preparação da época seguinte, em que depois inicia o Campeonato, o treinador já está um bocadinho limitado, e acabam por ser dispensados e entra uma nova cara.
Porque é que eu não estive? Porque é que eu não estive em todas as vezes em que estive castigado para um jogo? É um princípio que é meu, e vocês podem respeitá-lo ou não, mas é um princípio que é meu. Estás impedido de trabalhar, estás impedido de ir ao balneário, estás impedido de comunicar diretamente com os teus jogadores. Por que razão é que deves ir à conferência de imprensa? Não vejo razão para ir à conferência de imprensa. O João Tralhão é um treinador como eu. É um treinador com formação, é um treinador com experiência, é um treinador muito representativo daquilo que é o Benfica. Tanto eu como qualquer um dos meus assistentes, cada palavra sua é uma palavra minha. Não vi absolutamente motivo nenhum para que eu não me fizesse representar pelo João, da mesma maneira que o seu chefe de redação [jornalista] na RTP não viu nenhum tipo de problema que seja você a vir aqui à conferência de imprensa do Benfica. É porque confia em si, é porque confia nas suas capacidades e na sua representação de uma casa como é a RTP. Se tivesse sido uma coisa que eu tivesse feito pela primeira vez na vida, eu aceitaria que pudessem relacionar isso com a tentativa de fugir de alguma pergunta menos simpática, mas obviamente que quem sabe a minha história sabe perfeitamente que eu, em todas as situações em que estive suspenso, nunca fui a uma única conferência de imprensa. A questão do futuro tem de perguntar ao Presidente Rui Costa, não tem de perguntar a mim. [Resposta do jornalista: "Pergunto-lhe porque tem uma cláusula no contrato..."] A cláusula é simplesmente uma cláusula de facilidade de separação. Seja para o lado do Benfica, seja para o meu lado, é uma cláusula fácil. Não é uma cláusula que hipoteque economicamente a situação dos clubes, como acontece muitas vezes em situações, ou com treinadores que, se quiserem sair, têm de entrar em negociações para tentarem reduzir os montantes das suas saídas. É uma cláusula que eu, na altura, chamei "cláusula de ética e de respeito para com os candidatos à presidência do Benfica". Neste momento, eu chamar-lhe-ia "cláusula da facilidade". É fácil tanto para mim como para o Benfica de decidir em contrário. Quando você falou também relativamente à classificação, há duas classificações: há a real e há a virtual. Se nos quisermos agarrar à real, agarramos à real, porque, no fundo, é essa que conta, mas, se nos quisermos agarrar à virtual – e você deve saber aquilo de que eu estou a falar –, e você começar a fazer "este menos 2 pontos, este menos 2 pontos, este mais 2 pontos, este mais 2 pontos", você vai ver que, na classificação virtual, há uma diferença fundamental. Há uma diferença fundamental. A real é a real, mas eu, enquanto treinador, enquanto líder de um grupo, tenho também de me agarrar à virtual, e a virtual é também uma motivação para nós, porque sabemos perfeitamente aquilo que tem acontecido.
"Enquanto cidadão e enquanto treinador, repudio veementemente qualquer tipo de discriminação, qualquer tipo de preconceito e qualquer tipo de ignorância. Ponto final" Perguntava-lhe ainda sobre Madrid. Já disse que a equipa tem noção do que fez. Perguntava-lhe se podia explicar melhor quais foram as suas sensações no final do jogo. O que correu mal e o que correu bem. E em relação a esse jogo, perguntar-lhe também sobre a opção por Ivanovic. Já disse esta época, julgo eu, que não é o habitat em que ele se sentirá mais confortável... Acabou por entrar depois para a ala esquerda. Se podia explicar um bocadinho melhor a opção.
Já tento responder à sua pergunta, e apesar de ainda faltarem quatro ou cinco... Apesar de ainda faltarem quatro ou cinco, deixem-me dizer-vos que normalmente eu consigo antecipar o tipo de perguntas que me vão fazer, e desta vez eu errei estrondosamente, porque, depois de um tsunami de críticas, esperava que alguém me desse a oportunidade de dizer alguma coisa relativamente a isso, mas parece que não. Portanto, tenho de ser eu a antecipar-me. Eu queria, de um modo muito objetivo e de um modo muito sintético, dizer que: eu, enquanto cidadão e enquanto treinador, repudio veementemente qualquer tipo de discriminação, qualquer tipo de preconceito e qualquer tipo de ignorância. Ponto final. Parágrafo. Aconselho veementemente também algumas pessoas a perderem cinco minutinhos e a lerem a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que são só 30 pontos, mas há ali um ou dois que me parecem ser fundamentais. E a 3.ª coisa que eu queria dizer é que as críticas refletem mais aquilo que são os críticos do que aquele que foi criticado. Relativamente à sua pergunta, aí eu já não esperava, mas acho que seria mais... – não quero dizer ético nem lógico –, acho que seria mais justo que direcionássemos as coisas num outro sentido. Que era: como é que é possível? O que é que foi feito? Que crédito é que vocês têm para, em alguns meses, esta equipa passar de ser humilhada em casa contra o Qarabag, a jogar três jogos contra o Real Madrid da maneira como jogou e de ter saído da competição – que é o fundamental, saiu da competição –, mas ter saído do modo como saiu? Relativamente à especificidade da sua pergunta. Há coisas que vocês não sabem, nem têm de saber, porque nós, obviamente, – também faz parte do nosso trabalho enquanto treinadores e gestores de diferentes recursos que temos à nossa disposição, de selecionarmos aquilo que nós queremos que se saiba e aquilo que nós queremos que não se saiba. O Sudakov foi lesionado para Madrid. O Sudakov não jogou contra o AFS. O Sudakov hoje está fora dos convocados e o Sudakov foi a Madrid por uma razão muito simples, porque no Campeonato só se podem ter 9 jogadores no banco, nas competições europeias podem-se ter 12, o que nos abre um bocadinho mais o espaço para podermos levar alguns jogadores que, em condições normais, não seriam convocados. Por exemplo, em Madrid estiveram no banco 2 guarda-redes, o Samuel Soares e o Diogo Ferreira, quando, obviamente, no Campeonato não há espaço para 2, só há espaço para 1. Portanto, o Sudakov foi a Madrid com muito poucas possibilidades de jogar. O Lukebakio é outro jogador que parece que espantou muita gente o facto de não ter jogado, é outro jogador que não está lesionado, mas está numa situação não fácil e antecipando já cenários para amanhã... amanhã volta a não jogar, principalmente de início volta a não jogar. Temos dados científicos objetivos que analisam a sua performance, seja em treino, seja nos minutos em que ele jogou contra o AFS, em que ele jogou contra o Real Madrid na 1.ª mão. E o Lukebakio só poderia ser utilizado nos últimos 10 minutos de jogo, que nós estávamos a prever que fossem 10 minutos mais 5, 6 ou 7, porque houve uma lesão de um jogador do Real Madrid que se alongou muito. No caso de estarmos empatados 1-1 e no caso de estarmos a um golo de podermos prosseguir a nossa luta e mesmo nessa situação deixava-nos uma dúvida muito clara em nós – equipa técnica –, que era e se formos a prolongamento como é que ele jogará 15 mais 30, que seria um outro problema para nós. Portanto, há coisas internas que vocês não sabem, que vocês não têm de saber, que vocês não fazem a mínima ideia do que é que se passa, mas pronto, objetivamente, é muito fácil depois falar, é muito fácil depois criticar. O Ivanovic entrou como poderia ter entrado outro jogador, mas queríamos dar um bocadinho mais de velocidade no lado esquerdo e ao mesmo tempo um jogador que é um atacante de origem, que pudesse atacar mais espaço e que pudesse ser mais uma presença na área. E podíamos estar aqui a falar muito tempo, mas, honestamente, o Benfica não me paga para eu vos dar explicações.
"Se o Benfica quiser renovar o meu contrato por mais anos, eu também assino sem discutir uma única vírgula, mas só quero jogar um Campeonato, não quero jogar dois" Estava a dizer há pouco, em resposta à RTP, para se questionar Rui Costa em relação à sua continuidade. A verdade é que Rui Costa já foi questionado sobre isso por um meio de comunicação espanhol, antes da 1.ª mão com o Real Madrid, aqui em Lisboa, e disse que José Mourinho ficava. A sua vontade é mesmo essa? Dar continuidade a este projeto e tentar, para o ano que vem, ter outro tipo de resultados? Se me permite uma segunda pergunta: como é que se gere um plantel até ao final da temporada tendo só uma competição em jogo?
Há uma coisa que eu controlo, que é a minha vontade, que são as minhas motivações e o meu controlo emocional relativamente a isso. Vocês [jornalistas] são – penso eu – todos profissionais de nível, profissionais de qualidade, mas, às vezes, parece-me que deixam passar entre os dedos alguns sinais e algumas coisas importantes que poderiam ler e poderiam tirar as devidas conclusões. Quando, depois do problema dos jogos com o Real Madrid, se agarraram, felizmente, a dizer que eu tinha perdido uma grande oportunidade de voltar ao Real Madrid, ou deixaram passar pelos dedos porque quiseram, ou porque não tiveram competência para o agarrar. Essa é a minha dúvida. Nesta sala aqui, um dia antes de jogarmos com o Real Madrid o primeiro jogo, perguntaram-me se se podia dizer "não" ao presidente Florentino Pérez e a minha resposta foi: "sim, pode-se". Acha que eu diria "sim, pode-se", se eu quisesse sair do Benfica e quisesse ir para o Real Madrid? Acha que eu diria isso? Eu tenho muitos defeitos, mas acha que eu sou estúpido? Se quisesse ir para o Real Madrid, dizia que não se pode dizer "sim", ou pode-se dizer "sim" ao presidente do Real Madrid? Eu fui muito objetivo. Vocês é que não quiseram apanhar a minha objetividade, ou não era do vosso interesse não apanhar a minha objetividade, mas eu fui muito objetivo. Fui muito objetivo. Fui eu que disse que não queria ir. Fui eu que disse, entre as linhas, que queria ficar. Agora, quero ficar com um Campeonato que seja um único Campeonato e não dois. Jogar ao mesmo tempo o Campeonato real e o Campeonato virtual, não gosto. Não gosto. Eu gosto de jogar só um Campeonato e, neste momento, estamos a jogar dois Campeonatos. Agora, eu quero ficar, eu quero respeitar o meu contrato com o Benfica. Se o Benfica quiser renovar o meu contrato por mais anos, eu também assino sem discutir uma única vírgula, mas só quero jogar um Campeonato. Um Campeonato. Não quero jogar dois.
"Continuo com a minha. Se o jogador for efetivamente culpado, não vou voltar a olhar para ele da mesma maneira como tenho olhado, e comigo acabou. Mas tenho de pôr muitos 'ses' à frente" Ainda em relação ao caso do Vinicius Júnior e do Prestianni, pergunto-lhe o que espera dos jogadores em termos de comportamento e comunicação pública num caso sensível como este. Como responde à crítica que o acusa de ter evitado falar de racismo, principalmente de um colega de profissão, o treinador do Real Madrid, enquanto defendia ou protegia o balneário?
Eu amo o Álvaro [Arbeloa], e vou continuar a amar, mas eu acho que quem tomou a posição correta fui eu, e não ele. E eu mencionei isso na conferência de imprensa, onde eu acho que tu [jornalista] estavas, onde eu fui confrontado com as declarações do Álvaro e de um jogador na acusação ao Prestianni e na defesa do jogador do Real, e em que eu disse "se há alguém que não está a ser equilibrado, eu quero ser". E ser [equilibrado] foi nem defender o meu, nem atacar o outro. Eu, inclusive, numa flash interview anterior à conferência de imprensa, utilizei a terminologia "não quero vestir a camisola vermelha, referindo-me ao Benfica, nem quero vestir a camisola branca, referente ao Real Madrid". Eu quero ser imparcial num caso que, eventualmente, poderá ser de grande gravidade. E aquilo que eu disse de perderem 10 minutinhos a lerem a Declaração Universal dos Direitos Humanos refere-se exatamente à presunção de inocência, e, quando eu digo que, enquanto cidadão, sou completamente – mas completamente – uma pessoa que repudia qualquer tipo de discriminação, ou de preconceito, ou de ignorância, ou de idiotice, digo que eu fiz isso, e os outros não fizeram. Mas também te digo, se – e repito "se" muitas vezes – o meu jogador não respeitou estes princípios – que são os meus, e não são só os meus, são os do Benfica também –, esse jogador, a sua carreira, com um treinador que se chama José Mourinho ou num clube que se chama Sport Lisboa e Benfica, este jogador, a sua carreira chega a um fim. Agora, partimos... não é que eu seja um letrado, mas também não sou um ignorante, não sou licenciado em Direito, nem tenho mestrados em Direito, mas sou licenciado, com todo o orgulho, em Educação Física e Desporto, e tenho uma base mínima de cultura... presunção de inocência é um direito humano, ou não? Por isso é que eu ponho o "se, se, se, se, se". Mas se quiseres que eu repita 20 vezes aquilo que eu repudio, eu repito-te 20 vezes, eu repito-te 20 vezes. Mas eu continuo com o "se". Infelizmente, a UEFA, para afastar o jogador do jogo, descobriu o artigo 426.328, que estava lá escondido como um motivo para o suspenderem do jogo, e também eles foram nessa direção de não pôr um "se", que deveria ter sido posto. E eu continuo com a minha, eu continuo com a minha. Se o jogador for efetivamente culpado, não vou voltar a olhar para ele da mesma maneira como tenho olhado, e comigo acabou. Mas tenho de pôr muitos "ses" à frente.













Comentários
Enviar um comentário
obrigado pelo seu comentário !!!
Siga-nos no Facebook!!! https://www.facebook.com/benficaglorios/ ☚ Visita