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O MUNDO AO CONTRÁRIO

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017


Após prolongamento, o Benfica perdeu por 3-2 com o Rio Ave na visita a Vila do Conde e foi afastado da Taça de Portugal nos oitavos de final. Numa noite farta em chuva, vento e frio, a equipa benfiquista fechou o primeiro tempo em vantagem (0-1, por Jonas), mas depois viu o mundo virar-se ao contrário: dois golos dos vila-condenses, um penálti falhado por Jonas (86’) e uma lesão de Luisão, já depois do 2-2 (88’), que a atirou para o tempo extra reduzida a dez elementos. Neste período, um remate, um desvio de trajetória e o 3-2 final por Guedes.


Num encontro de emoções fortes, o Rio Ave quis ser atrevido nos instantes iniciais, mas nunca foi capaz de gizar lances que desequilibrassem a defensiva do Benfica. O melhor que mostrou foi uma execução de João Novais num livre direto (4’) para intervenção de qualidade do guarda-redes Bruno Varela.
De forma gradual, pondo velocidade nas saídas de bola e procurando explorar os flancos, a equipa de Rui Vitória começou a inquietar Cássio e aos 13’ foi mesmo a luva direita do guarda-redes da equipa visitada que impediu Krovinovic de assinar o primeiro golo em Vila do Conde.
Aos 16’, o conjunto benfiquista voltou a estar perto de enfiar a bola na baliza defendida pelo experiente guardião brasileiro: Marcelo, ao tentar intercetar o cruzamento arrancado por Pizzi na direita da grande área, desviou a bola na direção do poste. Foi o que valeu, neste momento, à equipa orientada por Miguel Cardoso.
Procurando a baliza do Rio Ave por todos os corredores, o Benfica inclinou-se para a direita aos 36’ e atingiu o que pretendia: André Almeida, servido na direita, cruzou com conta para o espaço de Jonas na zona central, um metro no interior da área do Rio Ave, onde o brasileiro puxou o pé direito atrás para disparar de primeira e marcar um golo vistoso (0-1).
Até ao intervalo, o Benfica, além de não dar hipótese de reação ao adversário, manteve os olhos apontados à baliza de Cássio.
O regresso do período de descanso foi amargo para o Benfica. Aos 47’, Cerviescorregou quando tentava sair com a bola controlada na zona defensiva; Francisco Geraldes aproveitou e desmarcou Lionn, que, de bico, venceu o duelo com Bruno Varela, que saíra para encurtar o ângulo de remate (1-1).
Já depois de Cássio ter negado o golo a André Almeida, foi o Rio Ave que voltou a ter contacto com as redes, numa finalização armada por Rúben Ribeiro, de pé direito, num lance que conseguiu inventar sobre a esquerda da área do Benfica. Bruno Varelaainda voou e tocou de raspão no esférico, que viajaria mesmo para as malhas (2-1).
Com Raúl na vez de Pizzi a partir dos 69’, o Benfica carregou. Salvio teve o 2-2 nos pés, isolado perante Cássio, mas não concluiu a jogada da melhor maneira (74’).
Oportunidade soberana para a igualdade aconteceria aos 84’, quando a equipa benfiquista beneficiou de um penálti a castigar falta de Nélson Monte sobre Jonas. O mesmo Jonas, na cobrança do pontapé de penalti, disparou com força e colocação, mas Cássio adivinhou o lado, voou e defendeu. Foi o primeiro castigo máximo falhado pelo goleador no Benfica.
2-2 tardou, mas chegaria aos 86’, com Luisão a ser mortífero ao segundo poste, após canto executado à direita por Zivkovic(substituíra Cervi) e ligeiro desvio de um companheiro ao primeiro poste.
Num dos últimos lances do tempo regulamentar, Luisão ficou impossibilitado de continuar em campo, por razões físicas. O Benfica já tinha esgotado as substituições (o último a entrar foi Seferovic, rendendo Grimaldo ainda antes do 2-2) e foi em inferioridade numérica que a equipa avançou para o prolongamento.
Num dos primeiros lances do tempo extra, o Rio Ave fez o 3-2: Francisco Geraldes rematou na área, a bola desviou no corpo de um jogador do Benfica e foi parar à zona de Guedes, que, com facilidade, encostou para as redes.
Com menos uma unidade e em desvantagem no resultado (Salvio era lateral-direito e André Almeida central), o Benfica não se rendeu e lutou pelo 3-3. Que esteve perto de alcançar aos 103’: grande tiro de pé esquerdo de Seferovic e enorme defesa de Cássio para canto. Na segunda metade do prolongamento, a equipa de Rui Vitória forçou como pôde perante um adversário que já se preocupava mais em queimar tempo do que em jogar.
O Benfica gerou cruzamentos, ganhou cantos, a bola rondou a baliza do Rio Ave, mas não entrou de maneira nenhuma. Em consequência, os encarnados viram-se eliminados da prova.


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